segunda-feira, 5 de julho de 2010

domingo inevitável.

invariavelmente seria assim - o desenrolar (ou enrolar, não?) dos fatos, não dos sentimentos evocados (velho SD, velho padrão de respostas, nova contingência... velhos novos sentimentos).

há uma certa resistência quanto a tentar organizar os pensamentos a respeito disso, transpassada pela influência de amigos e outras pessoas mais. Sentimentos são emoções pensadas? Não sei como significar...

você se mostrou agradável, você se mostrou interessado, você se mostrou recluso, você tomou a iniciativa, você esperou que eu tomasse conta de tudo - inclusive de você. Do que você precisa? Eu acho que sei como fazer para que eu seja aquilo de que você precisa - mas, ao passo que sei, não deve ser correto fazê-lo... ainda mais por saber, também, que, ao tornar-me aquilo de que você precisa, automaticamente me torno algo inteiramente dispensável.

tanta culpa, tanto medo, tanta carência... e a maior parte disso não me pertence - apesar de eu tomar para mim boa parte de tudo. Não são coisas minhas. Então, por que as quero para mim?

Eu o quero todo para mim, mas naqueles termos de um amor histérico... muito provavelmente. Vendo isso, me sinto tão vil... Lucrécia! No começo eu achei que queria estar junto, mas agora me parece que eu quero devorar, apropriar-me compulsivamente de tudo. Tudo. Não era isso o que eu gostaria de querer.
Não é, factualmente, o primeiro, mas é o primeiro - e provavelmente o único - com o qual todos os próximos serão comparados. Verdade interna detectada e detestada. Momentos iniciais de negação que logo cessarão... assim espero. A razão disso tudo? Não sei, apenas imagino.


Um comentário:

Diego M. Fernandes disse...

Então né champz, é uma armadilha de Satanás.