Imagino o suicídio como uma implosão alternativa, explodindo pra dentro o que não consegue ir pra fora. E vejo, todos os dias, os suicídios paliativos, sutis e sucessivos.
Eles podem se manifestar como implosões explosivas, que poderão ser caracterizados como uma síncope, outra espécie de surto ou nervosismo, mas também como explosões surdas e poderosas, que daí serão caracterizados, muito provavelmente, como uma depressão ou como apatia e baixa responsividade.
No fim, o nome que damos não muda o que a coisa é. Ela é. Mas pode ser que mude o modo como nos relacionamos com ela. E isto pode ser um problema, porque acabamos nos esquecendo de que até mesmo o ataque pode ser um pedido de socorro.
Eles podem se manifestar como implosões explosivas, que poderão ser caracterizados como uma síncope, outra espécie de surto ou nervosismo, mas também como explosões surdas e poderosas, que daí serão caracterizados, muito provavelmente, como uma depressão ou como apatia e baixa responsividade.
No fim, o nome que damos não muda o que a coisa é. Ela é. Mas pode ser que mude o modo como nos relacionamos com ela. E isto pode ser um problema, porque acabamos nos esquecendo de que até mesmo o ataque pode ser um pedido de socorro.
Como deveríamos nos relacionar com a nossa própria destrutividade? Aniquilação de si, anulamento do outro e fim dos problemas? É bem verdade que concentro tudo o que me cabe nos relacionamentos que estabeleço e não nas coisas que obtenho, produzindo relações criativas - porque eu me canso fácil. Insatisfeita condição humana.