domingo, 27 de junho de 2010

Câncer filosófico.

qual é a dessa coisa de pensar? Mas, assim... essa coisa de pensar indiscriminadamente.
Não é incrível? Parece que, quando tudo finalmente faz sentido, o sentido de tudo se perde... daí precisamos voltar a buscar novos sentidos sem sentido... senão não faz mais sentido.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

0x0

sem sal, assim.

bandeira amarela pra minha reflexão. É tudo culpa da seleção... quer um pãozinho?!
enough fogos de artifício, amigos! Foi só isso... nada mais! ... ola, señorita! ;D

terça-feira, 22 de junho de 2010

Não peça desculpas.

Você só pede desculpas por aquelas coisas a respeito das quais você não pretende se preocupar em prevenir a reincidência. Assim, me desculpo por um esbarrão de ombros em meio a um caminhar frenético, por um pisão no pé na travessia dos corredores ou por ter me esquecido de chegar na hora exata. Por este último ainda deixarei de me desculpar, mas isso é pra mais adiante.
Quando a coisa é mais séria, você não pede desculpas, você não se colococa sob o bel prazer do outro. Você consegue as desculpas. Você as conquista, por meio de suas próprias realizações. E, se ainda assim, sentir-se sedento pela aprovação externa, mas não estiver disposto a refletir sobre qual a verdadeira face desse tipo de apelo, você pode ver se os outros notaram que você está desculpado. As pessoas percebem que você está desculpado, as desculpas tornam-se visíveis. Fica estampado na nossa cara: estou desculpado.
Agora... por que? Deve ser por um conjunto de fatores. Uma mudança de postura, um jeito novo de olhar, um novo tom de voz, novos ares... novas desculpas. Mas, pelas antigas, já não mais é necessário pedir perdão.

3x1

Nossa, como meu pai consegue ser grosso. Herdei daí tudo isso, bem sei... mas refinei um pouco esse tipo de habilidade. Tsa, não é isso o que importa. Aliás... isso pouco importa, agora.
Como uma amizade pode ser tão grande, tão sincera, tão segura... e tão muda? Não tenho certeza, mas sei que é assim. Acho que começou sem que eu percebesse... sem perceber, tornou-se uma das coisas mais importantes.
São tantos os pontos para reflexão... nem sei por onde começar. O jogo foi bonito. Primeiro gol, belíssimo. Expulsão, #fail! Otário, olha pra frente quando decidir correr.
...
Olha o que eu estou fazendo de mim mesma... aquele discurso vazio, ostentando um conhecimento que não se tem, pensando em coisas que talvez existam e sentindo coisas pré-fabricadas. Como me vejo frívola... profundamente leviana. Tudo o que faz valer a pena. Tudo.
Ah! E eu vou procurar descobrir qual é a do garoto de ontem. Parece que, no mínimo, pode ser uma experiência interessante. Por que mesmo eu deixei escapar nos primeiros minutos... ? Ah! Amigos, eu acho... *faz sinal de formiga atômica*

20.06.2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Análise da contratransferência.

Segundo a minha interpretação - contendo em si todas as ressalvas cabíveis -, tentar descobrir o que sinto, no caso, é fazer isso.
Começo com um texto. Verão... Veríssimo. 'Histórias de Bicho'. 'História de Bichos'... Bicho. Papagaio depressivo. Fruto do processo (processo?) sublimatório de uma criatura humana qualquer perdida no mundo, com a qual me relaciono intimamente ao ler suas linhas sublimadas. Um artista das palavras (, eu te amo!)
Perspicaz, meu caro... você esteve observando minha vida?

Na relação com o texto: projeção e identificação do e com o conteúdo projetado. Transferencial.
Na relação com a transferência - riso condescendente, satisfação fantástica. Memórias do mundo de origem.

Narcisismo. Identificação primária. Relacionamentos narcísicos (um paradoxo!). O Pai (do Enzo, do Lorenzo, do Lucas...) pareceu por lá, talvez tenha ficado por lá. E agora?

E na contratransferência... o que sinto? PUTA QUE O PARIU, TÃO ME REFORÇANDO [o cpto].

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Só pra constar...

é incrível o poder indutor de subjetividades da música. E nem é uma música da qual eu gosto muito... tô aqui, numa dinâmica de modelar a mim mesma com um pouco de massinha caseira, contribuindo para o seminário dum pessoal da sala. Durante a atividade estão rolando uns sonzinhos aleatórios, violão e voz fofíssimos e outras singelas mercadorias musicais perfeitamente palatáveis. Observando tudo com uma certa nostalgia precoce (sentimento recorrente nos últimos tempos, diga-se de passagem)... todos se divertindo, cantarolando juntos, dançando timidamente uns passos frenéticos... todos embalados por uma coisa quase tão sobrenatural quanto a bola dessa Copa. Parecemos todos tão amigos. Só pra constar... eu adoro todos, mas não ligo a mínima pra maioria deles. Não me interesso por eles agora... e resisto à idéia de que um dia poderei ser tomada por um súbito e intenso interesse a seu respeito. Naturalmente artificial esse tipo de movimento. Por ora, não quero me render a isso. Modelei uma coxinha - depois de me fazer com cara de batata. Oh... ainda tem alguém assoviando a musiquinha dissimulada.

14.06.2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

2x1

tô do lado de cá.
Stephanie, comigo. Fala, Stephaaanie!

.A regra e não apagar nada? Tudo que falar tem que ficar? É

.i pensa

vc está me chutando!

.por que voce me associa a pontos finaiS?

não sei. vou levar pra minha terapia ;D

.que tipo de terapia?

[stop]

brincadeira do tempo: passaram-se dois minutos. pra mim foram 20.

.o que dá tamanho destoamento na sua percepção de tempo?

são as condições objetivas! :D

.na sua relação, você é o sujeito ou o objeto? S - - - - O

isso é uma ... representação de fórmula... é formula que fala? sei lá... elementos, manja? daí os tracinhos são a troca iônica e pans... lembra?

.n

ela foi mijar. eu... to aqui.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Eu sinto, eu sinto, eu sinto.

Repito porque quero me sentir viva. O calejar das mãos talvez me faça sentir. Por isso me devoto ao trabalho, à incessante busca por redenção, ao dissertar sobre o que não sinto, só pra sentir com as próprias mãos.
Nos dias de hoje, que mérito há, realmente, em existir?

07.06.2010

Ok. Para e respira.

Pois é, já tentei outras vezes. A experiência me disse que não ia adiantar nada.
Parei, respirei. Respirando, parei... voltou tudo à mesma merda. Não adianta. Não adianta. Foi respirando que parou... agora, parando é que não vai respirar.
Sim, desde que nasceu já começou. Desde então, não mais parou. E se parar... para de respirar.
Não. Não me peça pra ser o que eu não sou.

07.06.2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

coluna social (vulgo 'frivolidades') - diretamente daqui

- ouvindo 'yesterday' e pensando... em que estou pensando? em tantas coisas... coisas tantas! (lembrando que a ordem dos fatores interfere SIM no resultado... na comunicação extra-matemática, digo... e também já superei a fase dos trocadilhos sapequinhas. é simples: a complexidade é outra)

- love was such an easy game to play ~> se é assim... yesterday já existiu, realmente?

- lembro de amigos que tenho. não necessariamente o que deveria primeiro e obviamente ser lembrado. ele vem depois... pela censura incorporada que me diz que era dele que eu deveria me lembrar. por que raios estou me referindo a 'amigOs'? penso em duas amigas, sucessivamente =)

- agora 'hero'... I'm not gonna stay here and wait... talvez fosse o certo.

(...)

brisei durante uns minutos enquanto fazia o texto (aliás... momento inédito... post diretamente escrito aqui, em frente ao computador! tal como os dois anteriores... e dum jeito... enfim!). daí, pra retomar, precisei ler de novo... mas ficou difícil. outros transtornos assomam minha cabecita de jamelão! seguindo: what a fuck é o meu conceito de 'frívolo', não? é... se pá, aqui nem é tão interessante.

interface: mundos de cá e lá - aqui, para todos nós.

Sir Diego diz:
*mas e ai, explique-me afinal o post ué
claaaudya diz:
*eu não sei AHUAHUAHUAUHAHU
*quem explica é a sóbria
*eu só complico ;D
Sir Diego diz:
*huahua, falar de si na terceira pessoa é tenso
claaaudya diz:
*é não
*é um lance meio
*comando duplo - ativar
*vc coordena um corpo e uma [luzes piscantes]mente[/luzes piscantes] daqui de cima... mais ou menos aqui, ó... tá vendo?
Sir Diego diz:
*sim


eu sabia. sempre fiz os amigos errados.

notícias diretamente do mundo de cá

de lá, pra vocês que ficaram aí.

Aqui meu pensamento fala mais do que é capaz de pensar minha fala. Por isso parecemos tão distantes. E isso me faz sentir saudades...

saudades de amigos que nunca tive! saudades de amores que nunca vivi. saudades de momentos que nunca existiram. e que nostalgia sinto, então, em relação ao longínquo e igualmente inexistente futuro.

Passará a existir apenas quando eu deixar de acreditar nele e puder senti-lo plenamente...

a plenos pulmões, com o funcionamento pleno de cada uma de minhas terminações nervosas, em toda a plenitude do meu ser!

Serei eu um ser plenamente repleto de futuras saudades inexistentes, algum dia?

... É só isso. Ledo engano, meu super Ego! Super engano, meu ledo amigo... é apenas... depressiva posição esquizoparanóide, esta na qual sentimos felicidade! Uma vida que sorri, uma ignorante!