segunda-feira, 21 de junho de 2010

Análise da contratransferência.

Segundo a minha interpretação - contendo em si todas as ressalvas cabíveis -, tentar descobrir o que sinto, no caso, é fazer isso.
Começo com um texto. Verão... Veríssimo. 'Histórias de Bicho'. 'História de Bichos'... Bicho. Papagaio depressivo. Fruto do processo (processo?) sublimatório de uma criatura humana qualquer perdida no mundo, com a qual me relaciono intimamente ao ler suas linhas sublimadas. Um artista das palavras (, eu te amo!)
Perspicaz, meu caro... você esteve observando minha vida?

Na relação com o texto: projeção e identificação do e com o conteúdo projetado. Transferencial.
Na relação com a transferência - riso condescendente, satisfação fantástica. Memórias do mundo de origem.

Narcisismo. Identificação primária. Relacionamentos narcísicos (um paradoxo!). O Pai (do Enzo, do Lorenzo, do Lucas...) pareceu por lá, talvez tenha ficado por lá. E agora?

E na contratransferência... o que sinto? PUTA QUE O PARIU, TÃO ME REFORÇANDO [o cpto].

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