terça-feira, 23 de abril de 2013

ato psicológico.

que tal propormos uma determinação dessas pros nossos colegas profissionais da saúde?
tem o ato médico, né? eu, como psicóloga, além de não poder atuar sem a bênção de um doutor-que-só-fez-graduação, não posso prescrever medicações - não que eu queira - ou realizar procedimentos cirúrgicos - coisa que eu quero menos ainda. eu não quero invadir a área de ninguém. eu queria, pelo contrário, poder ser complementada por ela.
e eu também queria poder complementar. contudo, dada a hermeticidade (puta palavra feia) da classe médica e aos seus desvios de conduta (fato que, já ouvi de alguns, é o que justifica a precisão do ato médico... os desvios de conduta dos outros profissionais da saúde menos-que-médicos) eu gostaria de propor - e implementar, é claro, sem me preocupar com a opinião deles, porque se a minha não conta nas decisões deles eu birramentecamente também não quero a deles - o ato psicológico, de acordo com o qual nenhum médico pode prescrever nenhuma medicação sem antes consultar um psicólogo a respeito de suas considerações sobre um caso: que contingências estão produzindo os sintomas deste paciente e, neste caso, é realmente necessária a utilização da medicação e/ou de uma intervenção cirúrgica?
visto por esse lado a história parece absurda? pois pra mim de nenhum deles é uma bobagem menor. quanta falta de respeito. é cada uma que vale por duas...

domingo, 14 de abril de 2013

dramatic bitch (enough!)

essa história de se lamentar por pensar que nunca mais vai ter aquilo que você tinha é tão chata.
às vezes é até bom que realmente nunca se volte a ter determinadas coisas na vida. é a chance de dar uma guinada, porque a gente sempre vai ter alguma coisa pra aprender, algo de que tirar proveito.
I'm a free bitch, baby.  Todos nós somos e, meus amigos, nunca deixem alguém tirar isso de vocês.