que tal propormos uma determinação dessas pros nossos colegas profissionais da saúde?
tem o ato médico, né? eu, como psicóloga, além de não poder atuar sem a bênção de um doutor-que-só-fez-graduação, não posso prescrever medicações - não que eu queira - ou realizar procedimentos cirúrgicos - coisa que eu quero menos ainda. eu não quero invadir a área de ninguém. eu queria, pelo contrário, poder ser complementada por ela.
e eu também queria poder complementar. contudo, dada a hermeticidade (puta palavra feia) da classe médica e aos seus desvios de conduta (fato que, já ouvi de alguns, é o que justifica a precisão do ato médico... os desvios de conduta dos outros profissionais da saúde menos-que-médicos) eu gostaria de propor - e implementar, é claro, sem me preocupar com a opinião deles, porque se a minha não conta nas decisões deles eu birramentecamente também não quero a deles - o ato psicológico, de acordo com o qual nenhum médico pode prescrever nenhuma medicação sem antes consultar um psicólogo a respeito de suas considerações sobre um caso: que contingências estão produzindo os sintomas deste paciente e, neste caso, é realmente necessária a utilização da medicação e/ou de uma intervenção cirúrgica?
visto por esse lado a história parece absurda? pois pra mim de nenhum deles é uma bobagem menor. quanta falta de respeito. é cada uma que vale por duas...
Nenhum comentário:
Postar um comentário