terça-feira, 16 de setembro de 2008

Com o tempo a gente aprende...

isso é... se o tempo implicar a prática.
Não devemos nos julgar tão queridos quanto imaginamos, tampouco tão odiados.
Não podemos acreditar tanto nas pessoas, mas também não é bom duvidar com muita frequência.
Não é interessante centrar-se apenas nos aspectos negativos, porém, só pensar nos positivos lhe torna um infeliz sonhador.
Não é bom refrear a expressão dos sentimentos, mas, se você crer na vida como uma guerra... sim, daí é bom.
Não é legal ignorar, mas saber tudo [o que é possível saber] pode ser um tanto decepcionante, assustador. Ou os dois juntos.
Tanta coisa não é legal, não é boa, não é interessante, não podemos e não devemos. Ah, tanta coisa é tão pouco, o que é mais são os contrastes. Mas onde estão? Qualquer dia eu lhe convido para sairmos juntos à procura... devem estar tão longe... uma companhia é viável, além de desejável. Acima de tudo, não é aceitável que digamos muitos nãos. Isso é um exercício gramatical e filosófico. E a roda da vida não sorteia dólares.

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