sábado, 5 de abril de 2008

Loucura... toda essa contradição, a aporia do meu ser. Excentricidade. Abraços. Desespero... medo de encarar a vida, de não saber se o que está sendo feito é o certo, tampouco se aquilo que seria feito para mudar o é. Medo do caminho trilhado, mas também medo de imaginar o outro possível. Medo da possibilidade do arrependimento perante qualquer decisão que seja tomada. Medo também de ser passiva e não tomar decisões. Medo de tomar as rédeas da própria vida. Medo de encarar a vida. Medo de estar sozinha. Medo de toda essa indecisão. Medo do mundo. Medo do amor e da dor. Desespero generalizado. Paixão... amor pela vida, por toda e qualquer experiência, as prazerosas e também as dolorosas. Mas, principalmente, amor desenfreado pelas experiências que envolvem simultaneamente o prazer e a dor. Eufemismo... nenhuma exteriorização, nenhuma manifestação, só o belo, a reclusão. Sem demonstrações. Apenas idéias íntimas. Sentimentos particulares. A expressão da normalidade, rasa e simples. Confortável, fácil, aceitável... socialmente preferencial.

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