isso porque não importa quem, mas o quê. Pessoas são coisas. Coisas que sustentam - ou não - as imagens que eu construí das pessoas. E a partir daí, elas se tornam - ou não - importantes para mim. Inicia-se a metonímia do desejo - uma substituição significante consecutiva à outra, uma após a outra, sem parar, repetindo-se, dissimulando-se, o vestimento das coisas com as cores que eu vejo. Um significante após o outro. Uma pessoa depois da outra. Há tempo pra elaborar? Mas, se isso está aqui, não dá pra esperar: isso precisa de corpo, e logo, e agora, e de novo, e mais uma vez! Desejo fluido, líquido motor das engrenagens de nossas relações, de nossas realizações... e, por que não, de nossa estagnação.
03.05.2011
Nenhum comentário:
Postar um comentário